A Probabilidade da Linguagem
por Frank de Alcantara em 12/07/2026
- 1. Você Pensa Como Fala
- 2. A Temida Matemática
- 3. A Probabilidade da Linguagem
- 4. A Vetorização Básica
- 5. Redes Neurais Artificiais para Word Embedding
- 6. Embeddings Distribuídos e CBoW
- 7. SkipGram e Otimizações do Word2Vec
- 8. Word2Vec, a Ponte para o Contexto
- 9. Desvendando a Modelagem de Sequências
- 10. Prestando Atenção
- 11. Do Código à Geração
- 12. Masked Language Modeling: Esconder Tokens para Aprender Contexto
- 13. BERT: O Encoder que Lê dos Dois Lados
- 14. O Cisma e a Batalha da Eficiência
- 15. GEMM o Coração Matemático
- 16. Do Cosseno à Borda: Busca Semântica em Produção
Um modelo de linguagem pode completar uma frase, traduzir um parágrafo, responder a uma pergunta ou produzir uma quantidade industrial de texto sobre assunto nenhum. Antes de qualquer uma dessas façanhas, porém, ele faz algo muito mais modesto e muito mais preciso: recebe um contexto e distribui probabilidade entre as continuações possíveis. Todo o restante começa aí.
Nos artigos anteriores, transformamos palavras em vetores e vimos que a matemática oferece uma linguagem capaz de representar objetos linguísticos. Falta agora definir o que significa uma continuação ser mais provável que outra, como aprender essas probabilidades a partir de um corpus e como medir o preço de uma previsão ruim. É desse caminho que nascem expressões repetidas em aprendizado de máquina: máxima verossimilhança, NLL, entropia cruzada, divergência KL e perplexidade. Frequentemente apresentadas como cinco ideias diferentes, elas são cinco vistas da mesma conta.
Este artigo completo contém estratégias práticas e dados exclusivos reservados para nossos membros cadastrados.
Continuar com Google Acesso gratuito e instantâneo com sua conta Google(Updated: )